pó de rosas

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

este é o trabalho do Egon Schiele, contemporâneo do Klimt

aqui é um estudo, com lápis de cor aquarelável, sobre papel tipo canson A3

terça-feira, 24 de novembro de 2009



esta é a A Grande Odalisca de Ingres
o estudo que fiz foi na aquarela sobre papel tipo canson tamanho A3
sobre Ingres mais aqui

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A Leiteira de Vermeer





estudo feito com aquarela sobre papel da Leiteira de Vermeer
http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Vermeer

craft room







..na mesa de jantar...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009


Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado
e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...

disse drumond

segunda-feira, 9 de novembro de 2009


Para quem é flexivel, não há obstáculos. Flexibilidade é a capacidade de seguir por caminhos alternativos, quando o caminho principal estiver bloqueado. Para isso, é preciso conhecer os caminhos alternativos. Quem tem suficiente flexibilidade, sempre alcança seu objetivo.. Flexiblidade não significa abrir mão de seus direitos, fazer sacrificios, ser submisso, fazer concessões. Flexibilidade não é demonstração de fraqueza. Flexiblidade é a capacidade de encontrar soluções de forma criativa. Quem não tem flexibilidade, tem rigidez.. Quem é rigido, conhece apenas um caminho. Quando esse caminho está bloqueado, por não conhecer caminhos alternativos, sua tendência é insistir nesse mesmo caminho. Fazer mais esforço diante de dificuldades (em outras palavras, fazer mais daquilo que não funciona) : esse é o padrão de uma pessoa rigida.
recebi esse texto no email, de uma amiga, autor? desconhecido
artista: vlaminck



vlaminck

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

ferramentas do ofício