Páginas

Mostrando postagens com marcador buda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador buda. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de maio de 2011

viver agora

pic ecblog
"O segredo da saúde da mente e do corpo está em não lamentar o passado, em não se afligir com o futuro e em não antecipar preocupações; mas está no viver sabiamente e seriamente o presente momento." (Sakyamuni)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O Buda histórico

pic net

Shakyamuni nasceu como um príncipe, Siddhartha, em uma família vastamente rica, há 2.500 anos atrás, no norte da Índia. Ele viveu em seu reino por 29 anos, protegido das realidades mais desagradáveis da existência humana. Porém, ele eventualmente as encontrou, na forma de uma pessoa doente, um velho, uma pessoa senil e um corpo. Estas experiências o afetaram profundamente. Seu próximo encontro significativo foi com um meditador errante, que tinha transcendido as preocupações da vida comum e alcançado um estado de equilíbrio e serenidade.

Percebendo que seu modo de vida conduziria apenas à morte, e não ao valor real e duradouro, o príncipe Siddhartha decidiu deixar seu lar e família, e ir à floresta para meditar. Depois de muitos anos esforço persistente e concentrado, encontrando e superando uma dificuldade atrás da outra, ela atingiu a iluminação — tornou-se um buddha. Tendo assim libertado a si mesmo de todas as delusões e sofrimentos, ele desejou ajudar os outros a alcançar a iluminação; sua compaixão era ilimitada.

Ele tinha então 35 anos. Ele passou os 45 anos restantes de sua vida explicando o caminho para compreender a mente, lidar com os problemas, desenvolver o amor e a compaixão, e assim se tornar iluminado. Seus ensinamentos eram singularmente fluidos, variando de acordo com as necessidades, capacidades e personalidades de seus ouvintes. Ele os conduziu habilmente à compreensão da natureza última da realidade.

A vida de Buddha, em si, foi um ensinamento, um exemplo de caminho para a iluminação; e sua morte, um ensinamentos sobre a impermanência.

Um poderoso método para descobrir nossa natureza búddhica é abrir a nós mesmos ao buddha externo. Com a prática contínua, nossa auto-imagem comum cai gradualmente e, em seu lugar, aprendemos a identificar nossa sabedoria e compaixão inatas: nossa próprio estado de buddha.

McDonald, Kathleen. How to Meditate: A Practical Guide.
Editado por Robina Courtin. Ithaca: Snow Lion, 1998. Pág. 126-133

sábado, 19 de fevereiro de 2011

buda: desperto


Buddha é uma palavra em sânscrito que significa totalmente desperto. Ela se refere não apenas a Shakyamuni, ou Gautama, o fundador dos ensinamentos que vieram a ser conhecidos como o buddhismo, mas também a qualquer pessoa que atinge a iluminação. Há incontáveis seres iluminados — seres que transformaram completamente suas mentes, eliminaram toda a energia negativa e se tornaram completos, perfeitos. Eles não estão confinados a um corpo físico impermanente, como nós, mas estão livres da morte e do renascimento. Eles podem ficar em um estado de consciência pura, ou aparecer de diversas formas — um pôr-do-sol, uma música, um mendigo, um professor — para comunicar sua sabedoria e amor aos seres comuns. Eles são a própria essência da compaixão e da sabedoria, e sua energia está ao nosso redor, todo o tempo.

Cada ser vivo, pela virtude de ter uma mente, é capaz de se tornar um buddha. A natureza fundamental da mente é pura, clara e livre das nuvens de conceitos e emoções perturbadores que a obscurecem. Enquanto nos identificarmos com os estados confusos da mente, acreditando, "Eu sou uma pessoa raivosa, Eu sou deprimido, Eu tenho muitos problemas", não nos daremos nem mesmo a oportunidade para mudar.

É claro que nossos problemas são muito profundos e complexos, mas não são reais e sólidos como pensamos. Também temos a sabedoria que pode reconhecer nosso pensamento confundido, e a capacidade de dar e de amar. É uma questão de identificação e desenvolvimento gradual destas qualidades, até chegar ao ponto em que elas surjam espontaneamente e sem esforço. Não é fácil tornar-se iluminado, mas é possível.

McDonald, Kathleen. How to Meditate: A Practical Guide.
Editado por Robina Courtin. Ithaca: Snow Lion, 1998. Pág. 126-133.)